segunda-feira, 22 de junho de 2009

A expectativa da morte. A de sempre. A de todo o tempo. O procedimento era banal, como ela, além de certa. E só por isso se preocupava um pouco. Sabia que não seria nada. Iria viver. Mas a dúvida nasce com a angústia do derradeiro e embaralha o juízo. No fundo sabia que não iria viver. Seria nada.

2 comentários:

Virgínia disse...

Isso me é tão familiar... Não fosse a beleza da forma, acharia que foi escrito por mim.
E agora que li e senti, é meu também!

Amora disse...

a poesia é sempre coletiva... alguns escrevem pq mtos sentem...